Eu também quero Madonna!
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Voltando
Aos poucos, sem pressa e sem muito o que dizer tb... não quero abandonar o blog, então vou buscando inspirações até o dia que conseguir escrever uma coisa beeeeem legal.
No mais só posso dizer que "peguei trauma" de Camaçari, odeio 99% dos políticos e a política atual, achar um ap legal pra morar é difícil, me apaixonei mais uma vez pela minha filha que está ficando banguela, estou esperando ser chamada para um trampo muito bom, amo o meu Mr. Big deveras, cansei das festas de Salvador apesar de ter me amarrado bastante no Boom Bahia e minhas costas doem.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Humpf!
E eu achando que tinha descoberto a pólvora...
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Dias corridos, um novo grande desafio. Ficarei afastada da cidade por uns meses.
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O sono está me pegando de surpresa. Tenho cochilado em qualquer lugar, sem cerimônia!
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Dias corridos, um novo grande desafio. Ficarei afastada da cidade por uns meses.
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O sono está me pegando de surpresa. Tenho cochilado em qualquer lugar, sem cerimônia!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Sobre Todas as Coisas
O “feeling”, ou sexto sentido, é a nossa melhor arma pra viver. No fundo sabemos a hora certa pra agir, o que fazer. É o velho instinto animal de sobrevivência fazendo o seu papel.
Ter a certeza de que não devemos nada a ninguém é o mais difícil (por conta de regras sociais pra mim já falidas). Não pensar nos comentários alheios com relação às suas escolhas também (até porque sabemos que quase ninguém tem coragem de dizer cara-a-cara o que comenta em mesas de bares e afins).
Não é minha intenção ser demagoga, dar lição de moral nem tentar mostrar que sou perfeita (porque não sou). Não sofro da “Síndrome de Poliana”. Sou normal, dou pití e brigo. Choro quando estou triste, blasfemo o mundo de vez em quando, mas tenho certeza de ser otimista. E também estou escrevendo minhas impressões do mundo e das pessoas de acordo com minhas experiências e histórias que pude testemunhar. E mais: o blog é meu.
Percebo hoje que poucas pessoas têm inteligência emocional pra enfrentar a vida como quem se arrisca e ainda manter seu caráter e seus princípios intactos. E por mais piegas e pouco inspirador que possa parecer o que vou dizer, a nossa maior obrigação é a de ser feliz. “Chovi no molhado”, eu sei. É que ouvimos tanto isso ao longo da vida que não damos mais importância. Não nos chama mais atenção, mas quando paramos pra entender a essência do que isso quer dizer e o real sentido da felicidade, tudo fica muito mais fácil e passamos a viver num outro mundo, por mais que seja o mesmo.
Temos que correr atrás de grana, ter um trabalho prazeroso, não se meter em encrenca. Claro que sim, precisamos sempre de objetivos, mas se eles não se concretizarem não é o fim. Pensar que só temos essa vida pra fazer tudo o que desejamos pode parecer desesperador, mas é questão de ponto de vista. Sendo assim, que venham as dívidas, o desemprego e tudo mais, porque se eu morrer amanhã eles vão ficar aí...
Ser feliz é simples e barato. Está em nós, mesmo sabendo que a felicidade se perde muitas vezes pelo caminho. É como um click! Quando você descobre a manha, pronto! E não é todo dia que estamos felizes. Não é conseguindo o emprego dos sonhos, nem ganhando na mega-sena (apesar de eu achar que ganhar na mega-sena é mais da metade do caminho) que temos a garantia da felicidade. Ela é muito mais do que isso. Podemos ser felizes em qualquer lugar, sozinhos ou acompanhados, com problemas ou não. O que importa é conhecermos o caminho, saber como é a cara da felicidade. E então sempre teremos uma referência caso ela se perca. Quantas vezes falamos intimamente que éramos felizes e não sabíamos? Talvez por não estarmos abertos ou preparados pra ela... Por não nos permitirmos (até sem perceber), por não vivermos o momento...
Eu acabo de entender porque não guardo mágoa, porque tenho medo de morrer, porque perdôo pessoas que nem imaginam que me magoaram, pessoas que têm total consciência de que me magoaram, pessoas que fazem mal a algo ou alguém que são distantes, que não conheço ou que não me conhecem. Entendo porque esqueço as coisas ruins, porque algumas demoram mais de serem esquecidas, mas no fim saem da minha vida sem que eu nem perceba e por fim entendo porque tudo pra mim está sempre resolvido. Porque são as coisas que não têm importância. Fico com o melhor das pessoas e das coisas sempre (como disse lá em cima, não sou perfeita nem nada próximo a Madre Teresa de Calcutá, faço por mim – instinto, aquele lá do começo). Porque buscar e encontrar a felicidade é um exercício e eu faço todos os dias. Em alguns eu não consigo, tenho os meus dias tristes e introspectivos, mas no geral não me permito não tentar, não lutar ou simplesmente desistir. Porque eu sou feliz apesar de tudo.
Ter a certeza de que não devemos nada a ninguém é o mais difícil (por conta de regras sociais pra mim já falidas). Não pensar nos comentários alheios com relação às suas escolhas também (até porque sabemos que quase ninguém tem coragem de dizer cara-a-cara o que comenta em mesas de bares e afins).
Não é minha intenção ser demagoga, dar lição de moral nem tentar mostrar que sou perfeita (porque não sou). Não sofro da “Síndrome de Poliana”. Sou normal, dou pití e brigo. Choro quando estou triste, blasfemo o mundo de vez em quando, mas tenho certeza de ser otimista. E também estou escrevendo minhas impressões do mundo e das pessoas de acordo com minhas experiências e histórias que pude testemunhar. E mais: o blog é meu.
Percebo hoje que poucas pessoas têm inteligência emocional pra enfrentar a vida como quem se arrisca e ainda manter seu caráter e seus princípios intactos. E por mais piegas e pouco inspirador que possa parecer o que vou dizer, a nossa maior obrigação é a de ser feliz. “Chovi no molhado”, eu sei. É que ouvimos tanto isso ao longo da vida que não damos mais importância. Não nos chama mais atenção, mas quando paramos pra entender a essência do que isso quer dizer e o real sentido da felicidade, tudo fica muito mais fácil e passamos a viver num outro mundo, por mais que seja o mesmo.
Temos que correr atrás de grana, ter um trabalho prazeroso, não se meter em encrenca. Claro que sim, precisamos sempre de objetivos, mas se eles não se concretizarem não é o fim. Pensar que só temos essa vida pra fazer tudo o que desejamos pode parecer desesperador, mas é questão de ponto de vista. Sendo assim, que venham as dívidas, o desemprego e tudo mais, porque se eu morrer amanhã eles vão ficar aí...
Ser feliz é simples e barato. Está em nós, mesmo sabendo que a felicidade se perde muitas vezes pelo caminho. É como um click! Quando você descobre a manha, pronto! E não é todo dia que estamos felizes. Não é conseguindo o emprego dos sonhos, nem ganhando na mega-sena (apesar de eu achar que ganhar na mega-sena é mais da metade do caminho) que temos a garantia da felicidade. Ela é muito mais do que isso. Podemos ser felizes em qualquer lugar, sozinhos ou acompanhados, com problemas ou não. O que importa é conhecermos o caminho, saber como é a cara da felicidade. E então sempre teremos uma referência caso ela se perca. Quantas vezes falamos intimamente que éramos felizes e não sabíamos? Talvez por não estarmos abertos ou preparados pra ela... Por não nos permitirmos (até sem perceber), por não vivermos o momento...
Eu acabo de entender porque não guardo mágoa, porque tenho medo de morrer, porque perdôo pessoas que nem imaginam que me magoaram, pessoas que têm total consciência de que me magoaram, pessoas que fazem mal a algo ou alguém que são distantes, que não conheço ou que não me conhecem. Entendo porque esqueço as coisas ruins, porque algumas demoram mais de serem esquecidas, mas no fim saem da minha vida sem que eu nem perceba e por fim entendo porque tudo pra mim está sempre resolvido. Porque são as coisas que não têm importância. Fico com o melhor das pessoas e das coisas sempre (como disse lá em cima, não sou perfeita nem nada próximo a Madre Teresa de Calcutá, faço por mim – instinto, aquele lá do começo). Porque buscar e encontrar a felicidade é um exercício e eu faço todos os dias. Em alguns eu não consigo, tenho os meus dias tristes e introspectivos, mas no geral não me permito não tentar, não lutar ou simplesmente desistir. Porque eu sou feliz apesar de tudo.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Tenha Santa Paciência!
"kuando xegO akela partii ki ela morreu akela muié eu kuase me afoguei na sala di tantÚ xoráh:'"""(pena q ela morreU"
Minha gente, isso aí em cima é um comentário de uma criatura, que eu vi numa comunidade do orkut, sobre um filme lindíssimo (opinião pessoal e intransferível), do qual sou fã: Em Busca da Terra do Nunca.
É uma nova língua portuguesa? Apesar de eu não ser fechada às novidades, não gostei dessa não... a que eu uso é mais bonita. E charmosa.
Minha gente, isso aí em cima é um comentário de uma criatura, que eu vi numa comunidade do orkut, sobre um filme lindíssimo (opinião pessoal e intransferível), do qual sou fã: Em Busca da Terra do Nunca.
É uma nova língua portuguesa? Apesar de eu não ser fechada às novidades, não gostei dessa não... a que eu uso é mais bonita. E charmosa.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Duas Coisas
A primeira é que não poderia deixar de contar que Ana Maria, a menina que faz faxina lá em casa, guardou as bolinhas de malabarismo dentro da geladeira. (Repetição com locução em off de comercial de móveis e eletro da Ricardo Eletro): dentro da geladeira!! Deu outro astral ao resto do meu dia.
Explicação. Na última vez que usamos, elas sujaram de lama (:P) e Thiago guardou dentro de um zip loc pra não sujar as outras coisas que estavam dentro da mochila. Desde então ficou lá em cima da mesa até que ontem ela apareceu pra limpar a bagunça. Deve ter achado que eram limões gigantes...
Detalhe. As bolas de malabarismo continuam dentro do zip loc.
A segunda é uma observação que tenho feito sempre, por ter andando tanto em elevadores de edifícios empresariais. Nunca vi tanta preocupação com portas de elevadores. Um desespero pra segurar a porta, pra apertar o botão que as mantém abertas e aí uma criatura fica com a mão (muitas vezes com as duas mãos e uma bunda!) na porta enquanto as outras se amontoam pra entrar, porque a pessoa simplesmente se coloca no meio do caminho. Enquanto isso já tem outro apertando o botão e mesmo assim a criatura não sai da frente da porta. A grande maioria (esmagadora!) tem medo de ficar preso pela metade e de o elevador andar e arrastar a outra metade prédio acima. Engraçado que ninguém encara com naturalidade o simples fato de entrar e tranquilamente apertar o botão para abrir a porta e esperar que as outras pessoas entrem calmamente no elevador. Aliás, entrar calmamente no elevador é algo que não existe! O povo se desepera, corre, se empurra, segura a porta com as duas mãos... é quase uma selvageria. Não me acostumo com esses esganados por portas de elevadores. Ainda mais que os elevadores de hoje são cheios de tecnologia, dão um tempo pra porta fechar e têm um botão para manter a porta aberta!
Explicação. Na última vez que usamos, elas sujaram de lama (:P) e Thiago guardou dentro de um zip loc pra não sujar as outras coisas que estavam dentro da mochila. Desde então ficou lá em cima da mesa até que ontem ela apareceu pra limpar a bagunça. Deve ter achado que eram limões gigantes...
Detalhe. As bolas de malabarismo continuam dentro do zip loc.
A segunda é uma observação que tenho feito sempre, por ter andando tanto em elevadores de edifícios empresariais. Nunca vi tanta preocupação com portas de elevadores. Um desespero pra segurar a porta, pra apertar o botão que as mantém abertas e aí uma criatura fica com a mão (muitas vezes com as duas mãos e uma bunda!) na porta enquanto as outras se amontoam pra entrar, porque a pessoa simplesmente se coloca no meio do caminho. Enquanto isso já tem outro apertando o botão e mesmo assim a criatura não sai da frente da porta. A grande maioria (esmagadora!) tem medo de ficar preso pela metade e de o elevador andar e arrastar a outra metade prédio acima. Engraçado que ninguém encara com naturalidade o simples fato de entrar e tranquilamente apertar o botão para abrir a porta e esperar que as outras pessoas entrem calmamente no elevador. Aliás, entrar calmamente no elevador é algo que não existe! O povo se desepera, corre, se empurra, segura a porta com as duas mãos... é quase uma selvageria. Não me acostumo com esses esganados por portas de elevadores. Ainda mais que os elevadores de hoje são cheios de tecnologia, dão um tempo pra porta fechar e têm um botão para manter a porta aberta!
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
Só pra falar de Jorge...
Só pra registrar também que semana passada vi um bêbado na rua igual àqueles que tem em vídeos no youtube. O brodinho cambaleando e caindo, com cara de que tá tudo certo... dei muita risada. Que mais fazer?!
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Já faz um tempo que colocaram um portão eletrônico lá no meu prédio. Massa esse negócio de portão eletrônico, câmera de segurança, interfone direto para o apartamento e tal. É uma mão na roda para os porteiros que não precisam mais ficar levantando toda hora pra abrir o portão, porque é só apertar o botãozinho que ele abre. Legal.
Jorge é o porteiro que mais se mostra solícito pra mim. Sempre sorri, brinca com Bia, dá boa tarde, bom-dia e boa noite, corre pra chamar o elevador, abre a porta e ainda aperta o botão do meu andar. E tem um outro botão que Jorge aperta indiscriminadamente. Acho que é a coisa mais prazerosa do dia dele: apertar o botão do porteiro eletrônico. Ele não se contenta em apertar uma ou duas vezes, ou até ver que a pessoa já abriu o portão. Ele simplesmente aperta trinta e sete vezes o botão do negócio. E enquanto eu ainda estou me aproximando já ouço o sonzinho neurótico "tac tac tac tac tac... quarenta e oito vezes!". Pior é quando ele não vê que a gente tá no portão... porque aí, quando a gente chama ele pra abrir, ele fica mais nervoso (tipo, meu deus! como é que eu não vi o pessoal chegando?! tenho que apertar o botão rápido!) e aí é que senta o dedo, e pode contar umas 132 apertadas!
É só isso. Queria deixar registrado porque é uma coisa que me acontece todos os dias e eu nunca tive coragem de dizer a Jorge que só precisa apertar uma vez porque ele ficaria extremamente constrangido.
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Já faz um tempo que colocaram um portão eletrônico lá no meu prédio. Massa esse negócio de portão eletrônico, câmera de segurança, interfone direto para o apartamento e tal. É uma mão na roda para os porteiros que não precisam mais ficar levantando toda hora pra abrir o portão, porque é só apertar o botãozinho que ele abre. Legal.
Jorge é o porteiro que mais se mostra solícito pra mim. Sempre sorri, brinca com Bia, dá boa tarde, bom-dia e boa noite, corre pra chamar o elevador, abre a porta e ainda aperta o botão do meu andar. E tem um outro botão que Jorge aperta indiscriminadamente. Acho que é a coisa mais prazerosa do dia dele: apertar o botão do porteiro eletrônico. Ele não se contenta em apertar uma ou duas vezes, ou até ver que a pessoa já abriu o portão. Ele simplesmente aperta trinta e sete vezes o botão do negócio. E enquanto eu ainda estou me aproximando já ouço o sonzinho neurótico "tac tac tac tac tac... quarenta e oito vezes!". Pior é quando ele não vê que a gente tá no portão... porque aí, quando a gente chama ele pra abrir, ele fica mais nervoso (tipo, meu deus! como é que eu não vi o pessoal chegando?! tenho que apertar o botão rápido!) e aí é que senta o dedo, e pode contar umas 132 apertadas!
É só isso. Queria deixar registrado porque é uma coisa que me acontece todos os dias e eu nunca tive coragem de dizer a Jorge que só precisa apertar uma vez porque ele ficaria extremamente constrangido.
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